Dia 24/08 aconteceu o lançamento do aguardado 22º single do AKB48, Flying Get, cuja a formação é fruto da 3ª Eleição Anual do Senbatsu. O single serviu como música tema do dorama Hanazakari no Kimitachi he ~Ikimen Paradise~ 2011, do qual fazem parte as integrantes Maeda Atsuko, como protagonista, Kashiwagi Yuki e outras integrantes do Time 4.


Edições Tipo A:
01. Flying Get
02. Dakishimechaikenai (Undergirls)
03. Seishun to Kizukanai Mama
04. Flying Get off vocal ver.
05. Dakishimechaikenai off vocal ver.
06. Seishun to Kizukanai Mama off vocal ver.
Edições Tipo B:
01. Flying Get
02. Dakishimecha Ikenai (Undergirls)
03. Ice no Kuchizuke
04. Flying Get off vocal ver.
05. Dakishimecha Ikenai off vocal ver.
06. Ice no Kuchizuke off vocal ver.
Edição Teatral:
01. Flying Get
02. Dakishimecha Ikenai (Undergirls)
03. Yasai Uranai
04. Flying Get off vocal ver.
05. Dakishimecha Ikenai off vocal ver.
06. Yasai Uranai off vocal ver.
Os singles do AKB48 sempre possuem uma espécie de tema e, neste single, está impresso na capa de cara. É impossível não ver essas capas e não pensar em filmes chineses de kung fu, só que ao invés do Bruce Lee, nós vemos a Aachan 8D. A propósta é muito bacana mas não aprovo muito a execução. A idéia de fazer como uma pintura certamente se encaixa, o problema é que algumas garotas estão irreconhecíveis. A Rena, nas edições Tipo A, nem parece ser a mesma pessoa. Ainda assim as julgo bem interessante e é um dos poucos casos que eu aprovei a escolha da fonte 100%. A minha favorita acaba sendo a edição Teatral pois é a que mais passa idéia de filme e podemos dar uma olhada nas garotas mais ignoradas (e porque a Yuko tá poderosa no centro).

À princípio eu não gostei muito de Flying Get, mas logo percebi que a culpa disso era pelo fato de eu ter uma expectativa diferente do que viria ser essa música. Como é um single com as vencedoras das eleições do Senbatsu, eu imaginei que passaria aquele clima de “disputa saudável” que veio com Iiwake Maybe ou de “competimos, mas nos amamos (e nos catamos)” como em Heavy Rotation, enfim, algo que desse uma sensação de alegria pela vitória. De certa forma, Flying Get passa também esta sensação, mas de uma maneira diferente da dos singles anteriores. Aqui, a gente se sente em uma comemoração pra lá de prafentex, com balões coloridos, piñatas e ponches (imagem bem formatura de colegial americano, né?). E depois de um tempo, a música fica presa na cabeça e não sai. Seu ritmo animado acaba me lembrando, um pouco, de Koko ni Iruzee! do Morning Musume, e isso é bom pois esta se tornou uma das músicas mais marcantes. Essa animação toda se deve ao refrão, pois os versos não cumprem muito bem esta função e logo nos entediamos com eles. O instrumental também é merecedor de algum elogio pois, apesar de não ser tão inovador, possui um diferencial com os trompetes bem pontuados que, aliás, são responsáveis por eu pensar que essa música combina mais com um clube estilo Coco Bongo (lembram do Máskara?) do que com o tema do single que é… filmes de kung fu o_O.
As felizardas que foram eleitas para este Senbatsu foram:
Team A: Kuramochi Asuka · Kojima Haruna · Sashihara Rino · Shinoda Mariko · Takajo Aki · Takahashi Minami · Maeda Atsuko
Team K: Akimoto Sayaka · Itano Tomomi · Oshima Yuko · Minegishi Minami · Miyazawa Sae · Yokoyama Yui
Team B: Kasai Tomomi · Kashiwagi Yuki · Kitahara Rie · Sato Amina · Masuda Yuka · Watanabe Mayu
Team S (SKE48): Matsui Jurina · Matsui Rena

Eu sempre digo que as músicas de Undergirls tem cara de música de gente rebaixada, que é mais ou menos o que significa como eles a denominam né =X? Bom, por que digo isso? Ora, simplesmente porque não parece que há o esforço necessário para se tornar uma música marcante e apelativa para o público e sempre são bonitinhas e felizinhas para forçar as garotas rebaixadas a sorrirem mesmo assim. O b-side Dakishimechai Ikenai não foge desta regra e acaba parecendo uma música que veio das Chiquititas ou do Balão Mágico. Claro que ela tem seus trunfos, o seu refrão é bem bacana e a entrada “triunfal” dele são os pontos altos da música mas, como Flying Get, os versos são um tanto entediantes e me fazem perder o interesse até que se engate o refrão outra vez. A música é bonitinha, mas me decepciona o fato de que, a cada single, as músicas das Undergirls ficam cada vez mais parecidas umas com as outras em seu estilo.
Nesse single, as eleites para Undergirls foram:
Team A: Oota Aika · Ooya Shizuka · Nakagawa Haruka · Maeda Ami
Team K: Umeda Ayaka · Nito Moeno · Fujie Reina · Matsui Sakiko
Team B: Komori Mika · Sato Sumire · Hirajima Natsumi · Miyazaki Miho
Team 4: Ichikawa Miori · Oba Mina
Team S (SKE48): Oya Masana · Suda Akari
Team KII (SKE48): Takayanagi Akane · Hata Sawako
Team N (NMB48): Yamamoto Sayaka

Seishun to Kizukanai Mama, o b-side exclusivo das versões Tipo A, serviu de tema para o dorama Majisuka Gakuen 2. A última coisa que eu esperaria de um dorama sobre yankees e com muita pancadaria seria uma balada serena. Talvez sua ligação com o dorama não tenha sido muito acertada, mas a música vale a pena. Acredito que Akimoto realmente saiba fazer baladas (coisa que o Tsunku nem sempre acerta) e grande quantidade de vocais dentro do AKB48 ajuda para que as baladas do grupo carreguem certa emoção. Comparando porcamente, lembra um coral de crianças. Ok, coral de crianças é realmente uma imagem injusta e esdrúxula… Mas a imagem de coral é boa para descrever a sensação dessa música e de outras baladas do grupo, como Koko ni Ita Koto. É algo quase primitivo o que desperta quando muitas pessoas cantam junto, afinal isso sempre fez parte de rituais de tribos antigas e, quando paramos para pensar, quando nos unimos com muitas pessoas e cantamos juntos geralmente é por um evento importante, seja para rezar a missa, seja para se despedir de uma etapa importante, como uma graduação ou para curtir o show da sua banda favorita. É… talvez eu tenha ido muito longe em explicar o porque eu gosto de ouvir as baladas do AKB48 cantadas em coral. AHEM! Voltando à música, sua melodia começa leve, mas vai nos envolvendo num crescente até desaguar em algo emocionate, ajudada pelo o instrumental que cresce num arranjo mais elétrico e depois entra numa calmaria momentânea para, assim, crescer novamente com o refrão. Talvez não seja a melhor balada do grupo, mas é certamente muito bonita.
Seishun to Kizukanai Mama foi cantada pelo elenco de Majisuka Gakuen 2, do qual fizeram parte:
Team A: Oota Aika · Kuramochi Asuka · Kojima Haruna · Sashihara Rino · Shinoda Mariko · Takajo Aki · Takahashi Minami · Maeda Atsuko · Maeda Ami
Team K: Akimoto Sayaka · Itano Tomomi · Oshima Yuko · Kikuchi Ayaka · Nito Moeno · Minegishi Minami · Miyazawa Sae · Yokoyama Yui
Team B: Kasai Tomomi · Kashiwagi Yuki · Kitahara Rie · Komori Mika · Sato Sumire · Miyazaki Miho · Watanabe Mayu
Team 4: Oba Mina · Shimazaki Haruka · Shimada Haruka · Nagao Mariya · Yamauchi Suzuran · Ichikawa Miori
Team S (SKE48): Matsui Jurina · Matsui Rena

Toda música no AKB48 hoje parece estar relacionada a um produto. No caso de Ice no Kuchizuke, b-side das edições Tipo B, a música está vínculada à uma campanha de um doce da Glico, da qual fez parte a idol em GC, Eguchi Aimi. Claro que, por ela não existir de verdade, a sua voz não está presente na música. Quando escutei a música, pareceu-me que o natal veio mais cedo devido à grande quantidade de sinos. Eu poderia simplesmente começar a cantar “Santa Claus is coming to town” no meio da música que daria certo. A música é bonitinha, mas quando eu a ouvi pela primeira vez no comercial com a famosa Eguchi Aimi eu achei que ela seria melhor, mas isto por que, como no caso das outras músicas, o refrão (que aparece no comercial) é muito melhor que os versos. Isso me incomoda pois acredito que a música tem que funcionar como um todo e não apenas em algumas partes. Curioso que quase não consigo identificar bem as vozes um pouco mais graves da Mariko e da Takahashi, o que me faz pensar se elas realmente cantam a música ou só estão nela para ajudar na promoção do produto. Um pouco de teoria da conspiração? Pode ser. Talvez meus ouvidos que estão acostumados à música dos Hello!Project, onde se dá para perceber a voz de cada uma em grupos pequenos, não consiga distinguir esta opção estética do AKB48 onde todas as vozes parecem tender para o mesmo tom.
As meninas que cantam Ice no Kuchizuke são:
Team A: Shinoda Mariko · Takahashi Minami · Maeda Atsuko
Team K: Itano Tomomi · Oshima Yuko
Team B: Watanabe Mayu

Yasai Uranai é o B-side da edição Teatral e é uma música que investe num clima de verão, com alguns elementos do que o Japão considera ser samba, ou seja, percussão rápida e apitos. A minha parte favorita, inclusive, é a mais escrachada nesse sentido e que parece que veio da trilha sonora de um dos filmes que mais define a visão dos estrangeiros sobre o nosso país, “Você Já foi à Bahia?“. Gosto desta parte pois, além de me garantir algumas risadas, ela dá uma quebra na música que a torna mais interessante. A música ainda traz alguns elementos que a permite não se tornar “mais uma música bonitinha”, como a parte engraçada onde as próprias meninas cantam “tcha-cah-tum-tcha-cah-tum”. A tentativa de se fazer um samba aqui não deu certo, mas rendeu uma música divertida e, surpreendentemente, gostosa de se ouvir. Ah! Para variar a música está associada a uma campanha comercial de um suco de vegetais, o qual eu não sei o nome (só japonês para gostar de um suco com vegetais né?).
As vegetais integrantes de Yasai Uranai são:
Team A: Oota Aika · Kuramochi Asuka · Kojima Haruna · Sashihara Rino · Shinoda Mariko · Takajo Aki · Takahashi Minami · Maeda Atsuko · Maeda Ami
Team K: Akimoto Sayaka · Itano Tomomi · Oshima Yuko · Nito Moeno · Miyazawa Sae · Minegishi Minami · Yokoyama Yui
Team B: Kasai Tomomi · Kashiwagi Yuki · Kitahara Rie · Komori Mika · Sato Sumire · Miyazaki Miho · Watanabe Mayu
Team S (SKE48): Matsui Jurina · Matsui Rena
Team KII (SKE48): Takayanagi Akane · Mukaida Manatsu
Team E (SKE48): Kimoto Kanon
Team N (NMB48): Yamamoto Sayaka · Watanabe Miyuki

A cada single, o AKB48 não se supera só nas vendas, mas na duração dos seus PVs também. O PV de Flying Get recebeu três versões, uma com a duração comercial e não oficial com cerca de 4 minutos, uma oficial com 18 minutos (!) e, por último, a versão drama com 24 minutos (!!!!!). VINTE E QUATRO MINUTOS!!!! Bom, deixo o link só para a duração comercial porque raras são as pessoas que tem paciência para 18 minutos para lenga lenga japonesa e quem quiser ver as outras versões que se virem para achar. Eu mesma não cheguei a ver a versão de 24 minutos porque é pedir demais de mim. Prefiro gastar esse tempo jogando Sudoku no Facebook ou assistindo Chega de Breguice 8D. Mas eu assisti a versão com 18 minutos e achei bastante desnecessário essa duração toda. Como disse, é muita enrolação para algo que tem como intuito ser um video musical. Óbvio que a minha limitação na língua japonesa me impede de entender a história, mas deu para entender que as meninas do senbatsu são lutadoras fudidas que seguem uma hierarquia de acordo com suas colocações capacidades, sendo que as menos votadas (#21 a #17) não tiveram nem direito a ter uma mesa para poder comer (mas, pelo menos, conseguiram um pouco de screentime). Porém, a refeição e as confubalações delas são interrompida por um grupo que parece os Crazy 88 de Kill Bill com vozes dignas de um trasgo que, com a ajuda de um informante secreto, irrompem na base delas para roubar algo valioso (um quadro feio da Aachan?!). Cada grupo de meninas enfrenta a gangue tarentinesca mas até derrotada, até que sobra só Yuko e seu sabre de luz sua espada. Mas quando ela é também derrotada e tudo parece estar perdido, chega a mais fudida de todas, Aachan e suas duas espadas, e os derrota. Então, o informante secreto se revela e… oh! É a Yuko! Provavelmente querendo destruir Aachan por ela ser mais poderosa. As duas lutam como se fizessem parte de O Tigre e o Dragão, mas Yuko é derrotada e demonstra sua insatisfação apagando o número desenhado no seu braço e tenta sair do recinto com a cabeça baixa devido à sua traição, mas é interrompida por Maeda, que a puxa para um abraço e faz um discurso que não faço idéia do que significa mas que suponho que seja algo bonitinho como “Somos todas iguais aqui” ou “Você também é importante”. E todas se emocionam e se abraçam. Enfim, um final típico, bobo e os abraços e discursos conciliatórios não tem mais nenhum efeito. Aliás, minha cara ao ver este final foi exatamente esta aqui: ಠ_ಠ. Acredito que esta história toda poderia ter sido contada em muito menos tempo do que de fato foi. Mas vamos falar do PV em si, agora. Definitivamente, foi uma produção riquíssima. O cenário é belíssimo, e os figurinos delas são incríveis. Eu gosto até mesmo dos figurinos dourados da dança, que causou algumas controversias entre os fãs. No geral, fico um pouco decepcionada com o dance shot que não escolheu muitos takes que valorizassem a dança que já é bem capenga se comparada ao que o AKB48 consegue fazer, apesar de ter bons passos durante o refrão. E o cenário, aqui, deixou muito a desejar. Mesmo sendo um PV focado nas lutas, não achei que estas foram bem dirigidas no geral. As ações são limitadas a gestos simplórios e suas derrotas parecem injustificadas. A melhor parte, óbviamente, é a luta da Aachan e da Yuko. Não chega a ser digna de um filme de kung fu, mas tem alguns momentos bons, embora eu não engula as espadas/sabres de luz. Mesmo tendo uma produção de tirar o folego, o PV se rendeu ao trash de tal forma que perdeu seu impacto. Ah, só uma coisa que achei bem bacana e demorei para notar: cada grupo domina um tipo específico de arma, exceto aquelas que foram menos votadas que têm que lutar com os próprios punhos. As coitadas não têm mesa, não têm armas… Não dão mesmo uma chance a elas, não é?

Ao contrário da própria música, o PV de Dakishimecha Ikenai é fantástico e digo, seguramente, um dos mais impressionantes do grupo apenas por um simples fato: foi todo rodado em uma única tomada, sem nenhum corte. Foi uma jogada de mestre anúnciar isso logo de cara e passei o PV inteiro surpresa com as suas rápidas trocas de roupa. Isso valeu o video inteiro por que, como eu sou maldosa, ficava atenta o tempo todo pra ver se elas cometiam algum erro. E durante todo esse tempo, eu só percebi uma falha que foi bem incluida (vocês que percebam, eu não vou contar), ou seja, as meninas fizeram um bom trabalho porque a correria devia ser monstruosa mas elas sempre voltavam prontas, com uum bom sorriso, o cabelo impecável e nenhum sinal de desespero, mesmo que isso tenha levado um tempo enorme para elas conseguirem (10 takes! Elas deviam estar exaustas, coitadas). A dança é bem bacana e complementa bem a música, fazendo com que ela fique bem mais marcante. Mas, por mais que o cenário e tudo mais sejam bem bonitinhos, se não fosse essa idéia de fazer tudo em uma só tomada não teria nem metade do charme por isso, repito, foi uma idéia de mestre terem dito isso logo no começo. Tenho que elogiar Umeda Ayaka pois, finalmente conseguindo um lugar de destaque, ela erradiava energia, mas as outras garotas não deixaram por menos.

Nem sei o que dizer sobre o PV de Seishun to Kizukanai Mama. E quando eu fico sem palavras nunca é uma coisa boa, porque quando eu gosto de uma coisa eu fico é tagarela. Eu só achei desnecessário, completamente desnecessário. O PV inteiro é uma compilação de cenas mais introspectivas do Majisuka Gakuen 2 que, como eu disse aqui, eu não gostei. Tem algumas cenas do backstage também mas… grande merda. O AKB48 não tá cagando ganhando dinheiro? Então porque não fazer um PV original ao invés de um clipe que qualquer fã pode fazer? Tanto que quando achei que era piada quando falaram que tinha saído o PV da música, pois achei que fosse um OPV. E a música é tão boa, podiam ter feito algo bem melhor para ela… podiam ter feito algo me levasse às lágrimas mas… nãooooo, me aparecem com uma colagem depressiva!!! Enfim, vou parar de reclamar porque o médico falou que isso não vai fazer bem pro meu coração.

O PV de Ice no Kuchizuke é tipo uma Corrente do Bem, só que ao invés do Haley Joel Osmet temos a Eguchi Aimi. Tudo começa quando Aachan parece estar cansada com tantos compromissos (dá um descanso pra ela Akimoto, coitada), mas ao receber um lenço (para…? Enxugar o suor? As lágrimas? O farelo ao redor da boca?) da Eguchi Aimi ela se recompõe. Então Aachan resolve passar adiante o gesto bondoso entregando um bilhete motivador para Yuko, que está apanhando nas lições de dança. E assim as meninas vão passando o gesto adiante até que todas se recompanhem para exercer suas atividades. Eu até gostei do PV, ter uma história sempre faz com que a gente fique mais atento não é? Ficou bonitinho e, apesar de não mostrarem de verdade a Aimi (eu estava muito curiosa se, de fato, ela apareceria), isso ajudou a aumentar sua fantasia sobre a idol perfeita… e que não existe de verdade 8D. Não que eu ache a Aimi perfeita, porque idol que é idol mesmo tem que ter um defeito como um dente torto, uma voz péssima ou ser lesada na dança, ou tudo isso junto. Porque isso é ser idol! Gostei bastante da fotografria mais fria pois ajuda a passar o cansaço das meninas sem que pese. E também adorei a camisa da Aachan, quem quiser me dar uma igual eu aceito de bom grado. Eu só queria entender porque um lenço começaria todas essas atitudes bondosas.
Faz tempo que eu não gosto de um single do AKB48 por completo. Flying Get não conseguiu me agradar em tudo, pois é cheio de altos em baixos, mas a música principal é bem bacana e ela compensa por alguma falha ou outra que o single contenha pois, com o tempo, eu não vou me importar muito realmente. Aliás, Japão inteiro deve estar com Flying Get na cabeça, como eu estou, tanto que o single conseguiu vender mais de 1 milhão de cópias no primeiro dia e o grupo consegue mais um recorde assustador pois, acredito eu, que é o primeiro artista a bater a casa de um milhão de cópias em um só dia. Como eu previa, as vendas cairam consideravelmente no segundo dia mas, mesmo assim, deixo a minha expressão de espanto pelo sucesso estrondoso que elas conseguiram: O_O taquepariu! Vocês percebem isso? É como se a população inteira de Campinas tivesse comprado uma cópia! Obvio que esse não seria o caso porque brasileiro que é brasileiro faz como eu e baixa, não compra.
Mas parabéns, AKB48, por mais um recorde fenomenal!
Rai disse,
agosto 27, 2011 @ 10:58 pm
Eu Particularmente ODIEI a Música, me Fez ficar com Dor de Cabeça por um Bom Tempo, Principalmente por ser em Coro, e um Monte de Vozes “Momoko”, eu não Aguento. Já o PV foi Algo muito Interesante de Se Ver, As Lutas ficaram bem Elaboradas, As Roupas da Luta ficaram muito Boas, Mas, O Dance-shot Ficou POBRISSÍMO, as Roupas do Dance Shot ficou pior do que a do “Shining Power” das Berryz, e a História se Resume a uma Palavra: BOBA, e não entendo porque vendeu 1 Milhão no Primeiro Dia, Tudo bem que foi muito Bem Produzido, mas não chega a tanto.
Liliane disse,
setembro 17, 2011 @ 2:19 pm
só euu ki acho que a haruna é idemtica a kaori ex morning musume?
Mumu disse,
setembro 19, 2011 @ 1:37 am
Não, eu também acho elas parecidíssimas
Mas a Kaori tem feições mais adultas